Roberto e eu, Marcos, saímos de Itapema com destino a Gramado numa sexta à tarde. Ana estava com um vestido branco curto que marcava cada curva do corpo moreno dela, 1,72 de altura, 75 quilos de mulher gostosa.
Depois de umas quatro horas na estrada o carro aqueceu e paramos a cinco quilômetros da próxima cidade. Liguei para a oficina mais perto e atendeu um cara de voz grossa. Ele mandou dois mecânicos nos socorrerem.
Eles chegaram em quinze minutos: Pedro e Rafael, dois coroa parrudo de uns cinquenta e poucos anos, altos, ainda de macacão sujo de graxa. Cumprimentaram a gente e logo comecei a perceber os olhares deles em cima da Ana. O vestido subia fácil e deixava as coxas à mostra.
Eles amarraram o carro e puxaram até a oficina na entrada da cidade. No caminho Ana me contou que também tinha notado os olhares e que aquilo tinha deixado ela molhada.
A oficina era antiga, de madeira. Eles empurraram o carro pra dentro e fecharam as portas. Ofereceram cerveja. Ana pegou uma e começou a passar na frente deles de propósito, rebolando devagar.
Pedro foi o primeiro a soltar: perguntou se eu dava conta daquela morena. Eu joguei pra ela responder. Ana riu e disse que às vezes dava. Rafael completou que estava na seca fazia um mês. Pedro disse que já eram vinte dias.
Ana, já soltinha depois de três cervejas, perguntou como eles aguentavam tanto tempo sem foder. Pedro respondeu que estavam esperando uma morena gostosa como ela aparecer. Ela riu e provocou:
— Será que vocês dariam conta?
Os dois já estavam com a rola marcando forte no macacão. Pedro falou que só tinha um jeito de saber.
Ana estava sentada no sofá velho com as pernas cruzadas. Rafael sentou do lado dela, Pedro do outro. Logo começaram a passar a mão nas coxas. Ana não parou.
Os dois tiraram os peitos dela pra fora e mamaram com vontade, um em cada mamilo. Ana gemia baixo, já cheia de tesão.
Pedro desceu, abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta com a língua grossa, lambendo o clitóris e enfiando fundo. Ana gozou rápido, apertando as coxas na cabeça dele. Depois foi a vez de Rafael. Ele chupou com mais fome ainda, sugando os lábios inchados, e ela gozou de novo, gemendo alto.
Os dois se levantaram. Ana abriu os macacões. Pedro tinha uma rola grossa e comprida, cheia de veias. Rafael tinha uma cabeça avantajada que parecia um cogumelo.
Ela ajoelhou e começou a mamar os dois, babando bastante, tentando enfiar o máximo que conseguia na boca. Depois levantou, beijou eles na boca e deixou só a calcinha minúscula.
Pedro sentou no sofá e Ana subiu nele. Ele esfregou a cabeça da rola na entrada molhada e ela foi descendo devagar, sentindo tudo abrir. Gemia alto enquanto o pau grosso entrava no pelo.
Rafael ficou na frente e deu o pau pra ela chupar. Ana cavalgava forte, rebolando, e logo anunciou que ia gozar de novo.
Trocaram de lugar. A cabeça grossa do pau de Rafael entrou apertado na buceta inchada. Ana gritava de prazer enquanto mamava Pedro. Os dois revezavam, metendo sem parar.
Pedro olhou pra mim e perguntou se podia comer o cuzinho dela. Eu disse que se ela quisesse podia. Ana falou:
— Coloca devagar.
Pedro cuspiu na própria rola e foi abrindo o cuzinho dela devagar enquanto Rafael metia na buceta. Ana ficou louca, gemendo numa mistura de dor e tesão. Quando os dois paus estavam dentro dela ao mesmo tempo, ela tremeu inteira.
Fizeram dupla penetração várias vezes, suando, xingando baixo. Rafael foi o primeiro a gozar: tirou do cuzinho, Ana ajoelhou e engoliu até o talo. Jatos grossos de porra quente desceram pela garganta dela enquanto ele urrava.
Pedro assumiu o cuzinho de novo e gozou lá dentro, enchendo até transbordar. Quando tirou, escorreu leite branco pelo rabo da Ana.
Eles arrumaram o carro e seguimos viagem. Até hoje a gente lembra daquele dia com a rola dura.