Conto erótico: Boquete selvagem nas escadas

· 3 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Uma amiga que eu conheci num chat online começou a bater papo comigo do nada, e em poucos dias, as conversas já estavam bem safadas. Falávamos de fantasias sexuais, do que ela fazia com o marido e o que preferia fazer sem ele – tudo cheio de tesão e detalhes quentes que me deixavam louco. Aí, ela me confessa essa fantasia maluca: dar um boquete num estranho nas escadas do prédio dela. Dizia que isso a excitava pra caralho, e eu, que morava pertinho, me ofereci na hora pra ajudar a realizar.

Combinamos tudo pra um dia de semana, por volta das 11 da manhã, quando o prédio tava mais vazio. Eu cheguei, mandei um SMS dizendo que tava na porta, e seguimos o plano: sem acender luzes, eu subiria pro segundo andar e ela desceria pra me encontrar. Ela respondeu “OK” e a porta se abriu. Subi as escadas com o coração acelerado, e lá estava ela, vinda na minha direção sob a luz fraca. Vi uma mulher bonitinha, baixinha, com peitos bem redondos e calças legging justas que marcavam tudo. Mal cheguei e ela me agarrou, me beijou com fome e sussurrou: “Tava achando que você nunca chegava, minha buceta tá toda encharcada.”

Não perdi tempo: enfiei a mão nas calças dela e confirmei – estava molhada pra caralho, os lábios inchados e escorregadios. Comecei a apalpar aqueles peitos firmes por baixo da blusa, beijando o pescoço dela enquanto ela abria meu zíper e agarrava meu pau. Eu ainda não tava completamente duro, mas ela não esperou: ajoelhou e enfiou meu caralho na boca, chupando com força, lambendo os tomates e me deixando louco. As mãos dela não paravam, apertando e massageando tudo, e eu senti a tesão subir rápido, lutando pra não gozar logo só de ver ela devorando tudo.

Ela parou um segundo, abriu a blusa e soltou os peitos, encaixando meu pau entre eles pra uma punheta deliciosa. Eu gemia baixinho, sentindo a maciez quente em volta do meu pau. Aí, pedi pra ela se levantar, baixei a legging e a posicionei nos degraus. Ela achou que eu ia enfiar, mas não – tínhamos combinado só boquete. Ajeitei ela pra continuar mamando enquanto eu esfregava o clitóris dela, sentindo como ficava ainda mais úmido e inchado. Ela chupava com mais fúria, gemendo em volta do meu pau, e eu percebi que ela ia gozar primeiro. De repente, ela soltou um gemido alto que ecoou pelas escadas, tremendo toda enquanto o orgasmo a invadia.

Agora era minha vez. Ela se sentou nos degraus, engolindo meu caralho de novo, mamando como se fosse o fim do mundo. A boca dela era puro fogo, sugando e lambendo com precisão, as mãos apertando minhas coxas. Senti o gozo subindo, e quando comecei a avisar, ela não parou – engoliu tudo, o sêmen escorrendo pelos peitos enquanto continuava chupando. Meu pau ficou duro de novo rapidinho, vendo ela se masturbar com a outra mão, dedos afundando na buceta encharcada. Ela gozou outra vez, gemendo alto, o rosto contorcido de prazer.

“Agora é a sua vez de novo”, ela disse, e eu me deixei levar. Gozei forte, espirrando sêmen nos peitos dela, que esfregou meu pau neles, limpando com um lenço de papel e dando um beijo no final. Ela se levantou, fechou a blusa e murmurou: “Adorei!” Antes que eu pudesse responder, ela subiu as escadas. Eu desci, e ao passar pelo primeiro andar, ouvi vozes num apartamento – puta merda, quase fomos pegos! Ri sozinho no caminho pro carro, as pernas tremendo e o corpo ainda pulsando. Tinha durado meia hora, e foi um dos rolês mais selvagens da minha vida.

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