Capítulo I: O casal e o personal
A noite já dava sinais de que ia ser quente desde o começo. Eu via a Laura se arrumando na frente do espelho, vestindo aquela tanguinha preta de renda fininha que mal cobria a buceta. O vestido escorregava devagar pela pele, marcando os seios quase de fora, e os saltos altos alongavam as pernas.
Ela passava perfume no pescoço, no colo e até na dobra interna das coxas. E eu, o Carlos, ficava ali só olhando pelo reflexo, sentindo o pau já endurecendo só de imaginar o que viria.
Quando o Diego chegou, o clima mudou de vez. Ele entrou com aquele cheiro forte de homem depois do treino e beijou a Laura na boca logo de cara, língua pra dentro, sem frescura.
A gente já tinha passado da fase de hesitação. Agora era desejo puro, vontade de pele, de suor, de foder. Os três sabiam disso.
A luz estava baixa, a música tocando baixinho, mas o que mais se ouvia era a respiração pesada. Brindamos, os olhares se cruzaram e logo as bocas se juntaram num beijo molhado. Eu vi os mamilos da Laura endurecerem por baixo do tecido fino do vestido. Ela soltou um suspiro rouco, já sentindo o tesão subir.
Fui eu quem me aproximei primeiro. Passei a mão pela cintura dela, subi pelas costas, apertando firme. Depois desci direto pra bucetinha, sentindo o calor e a umidade já começando a escorrer. A Laura abriu um pouco as pernas, deixando eu dedar ela devagar. O Diego observava, o pau dele marcando forte na calça, quase rasgando o tecido.
Não demorou pra gente se juntar de verdade. Os corpos se esfregando, eu encoxando a Laura por trás enquanto o Diego a beijava e apertava os seios dela. Ela estava no meio, sendo encoxada dos dois lados, sentindo meu pau duro contra a bunda e o pau grande do personal pressionando a buceta por cima do vestido.
A gente tirou as roupas no meio da pegação. O Diego desceu, abriu as pernas dela e começou a chupar a bucetinha quente e molhada, lambendo devagar, enfiando a língua fundo, enquanto eu beijava a boca da Laura e ela gemia dentro do meu beijo.
Eu fiquei ali batendo punheta, vendo ele devorar ela. A Laura rebolava na cara dele, os peitos balançando, os mamilos inchados.
Depois trocamos de lugar. Eu entrei nela por trás, metendo fundo, enquanto o Diego oferecia o pau pra ela chupar. Ela engolia até o fundo, babando, gemendo com a boca cheia.
A gente revezava: um fodia a buceta dela enquanto o outro usava a boca, depois trocávamos. O quarto estava quente, cheirando a sexo, suor e porra.
A Laura gozou primeiro, tremendo toda, apertando minha rola com a buceta, enquanto o Diego segurava a cabeça dela e gozava na garganta. Eu não aguentei e gozei logo depois, jorrando quente dentro dela, sentindo ela apertar mais ainda.
A gente ficou ali colado um tempo, sem pressa de se separar. O suor escorrendo, a respiração ainda acelerada. O Diego se levantou depois, deu um beijo na testa da Laura e saiu discreto, deixando a gente a sós.
Quando ficamos só nós dois, eu puxei ela pra perto, sentindo o cheiro do outro homem na pele dela. A Laura sorriu, ainda ofegante, e me puxou pela nuca. A gente transou de novo, mais devagar, mas com a mesma fome.
Aquela noite não tinha apagado nada entre a gente. Tinha só aumentado o tesão, a confiança e a vontade de repetir tudo de novo.