A semana tinha sido um inferno, parecia que cada dia durava uma eternidade. Já passava das nove da noite, frio pra caralho, aquela garoa fina que molha tudo devagar. O bar era exatamente o que eu precisava: escondido numa rua quieta, paredes de tijolo à vista, som baixo de jazz misturado com blues.
Abri a porta e entrei. Luz amarela fraca, quase tudo no escuro. Algumas mesas ocupadas por gente sozinha ou em casal, e lá no fundo um balcão longo de madeira escura com garrafas iluminadas atrás. Bancos altos ao longo de tudo.
Ele estava sentado num desses bancos, um homem de cabelos escuros, compridos o bastante pra gente enfiar os dedos e puxar. Ombros largos, cara de quem passou o dia inteiro apagando incêndio dos outros. Tomava um uísque com pouco gelo, antebraços apoiados no balcão, respirando devagar, como se quisesse só ficar ali em silêncio. Até eu aparecer.
Eu atravessei o salão devagar, sem chamar atenção. Minha blusa branca de renda era fina demais pro lugar escuro, dava pra ver o sutiã claro por baixo, marcando os mamilos. A calça jeans clara apertava minhas coxas e subia bem no rabo, desenhando tudo. Sentei no banco ao lado dele sem pedir licença.
Ele percebeu pelo canto do olho. Não virou logo, só tomou mais um gole do uísque, fingindo indiferença. Eu sorri de lado e soltei:
— Noite difícil?
Ele virou o rosto, surpreso.
— Tá tão óbvio assim? Passei o dia inteiro tentando convencer o mundo que tudo estava sob controle.
Eu ri baixo.
— Talvez você só esteja cansado de fingir.
Ele me olhou de cima a baixo, desconfiado da minha cara de pau. Depois perguntou:
— Você sempre aborda estranho desse jeito?
— Só os que parecem precisar de uma distração boa.
Pedi uma bebida pro bartender, girei o gelo devagar e virei pra ele de novo. Nossos olhares se cruzaram. Eu vi ele descendo o olhar até minha blusa, notando como ela era transparente o suficiente pra mostrar o contorno dos meus seios. Não desviei. Só sorri e provoquei:
— Alguma coisa te chamou atenção?
Ele soltou uma risada curta, já com os olhos fixos na minha boca.
— Mais de uma.
Eu me aproximei um pouco, fingindo que a música estava alta. O cheiro dele era bom, uísque misturado com algo quente. Nossos rostos estavam perto demais agora.
— Você ficou quieto — provoquei.
— Tô pensando.
— Perigoso.
— Tem ideia melhor?
Inclinei a cabeça, mordendo o lábio.
— Talvez.
Terminei minha bebida, desci do banco devagar, sentindo o olhar dele grudado no meu rabo apertado na calça. Antes de entrar no corredor dos banheiros, olhei pra trás e mordi o lábio de propósito. Ele não aguentou. Desceu do banco e me seguiu.
Quando a porta do banheiro se fechou atrás dele, eu já estava de frente pro espelho. Pelo reflexo vi ele entrar, e sorri.
— Olha só… você veio.
Ele trancou a porta sem tirar os olhos de mim.
— Parecia que você tava esperando alguém.
Eu dei um passo pra frente, encostando o corpo no dele.
— Parecia?
Ele segurou minha cintura com força, puxando meu quadril contra o dele. Senti a rola dele dura já apertando na calça, grossa e quente contra minha barriga. Minha buceta latejava, molhada pra porra. Eu segurei a gola da camisa dele e puxei pra beijar.
O beijo não foi mais suave. Foi bruto, língua pra dentro, dentes roçando. Eu gemia baixinho enquanto ele apertava meu rabo com as duas mãos, apertando as nádegas, abrindo elas. Meu cuzinho piscava de tesão.
Ele desceu a boca pro meu pescoço, chupando forte, deixando marca. Eu passei a mão entre nós dois, apertando a rola dele por cima da calça, sentindo ela pulsar.
— Porra, você tá molhada pra caralho — ele rosnou contra minha boca, enfiando a mão dentro da minha calça e achando minha buceta encharcada.
Dois dedos grossos entraram fácil, fodendo devagar enquanto o polegar roçava meu clitóris inchado. Eu gemi alto, rebolando na mão dele.
— Isso, me fode com os dedos… mais fundo.
Ele me virou de costas pro espelho, puxou minha calça pra baixo até as coxas e abriu minhas pernas. A rola dele saiu pra fora, grossa, cabeça roxa latejando. Ele esfregou na entrada da minha buceta molhada, provocando, depois meteu tudo de uma vez. Eu gritei baixo, sentindo ela abrir minha boceta toda, fundo pra caralho.
Ele começou a meter forte, segurando meu quadril com uma mão e puxando meu cabelo com a outra. Cada estocada fazia meu rabo bater contra a virilha dele. O barulho molhado da buceta ecoava no banheiro pequeno. Eu olhava pro espelho, vendo meu rosto de puta no tesão, boca aberta gemendo.
— Mais forte… fode essa buceta — eu implorei.
Ele acelerou, metendo como se quisesse me rasgar. Minha buceta apertava a rola dele, chupando ela a cada puxada. Quando gozei, foi forte, pernas tremendo, esguichando no pau dele enquanto ele continuava metendo sem parar.
Ele gozou logo depois, jorrando porra quente dentro de mim, gemendo rouco. Ficamos ali encostados, respirando pesado, a rola ainda pulsando dentro da minha buceta cheia.
Lá fora o bar continuava tocando, como se nada tivesse mudado. Mas dentro daquele banheiro, a gente sabia que a noite mal tinha começado.