Conto erótico: Ménage selvagem com amigo

· 3 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Eu e minha mulher, vamos chamar ela de Carla, tava doida pra experimentar algo diferente. A gente mora em Roraima, onde não tem muita gente curtindo o swing, mas isso só deixava a coisa mais excitante. Ela veio com a ideia de alugar uma casa luxuosa, dessas com quarto enorme e jacuzzi, só pra nós dois e um amigo dela, que eu vou chamar de Marcos. O cara é um pau-de-arara, alto e sarado, e Carla ficava babando quando contava histórias dele.

Chegamos na casa no final da tarde, o sol se pondo e iluminando tudo com uma luz quente. Carla tava vestida pra matar: um vestido curto que mal cobria sua buceta úmida, já molhada só de pensar no que ia rolar. Eu, o marido sortudo, tava louco de tesão, imaginando como ia ser ver minha esposa se entregando pra outro cara na minha frente. Marcos chegou logo depois, com um sorriso safado, e assim que ele entrou, o clima esquentou. Carla foi direto nele, passando a mão no volume na calça dele, e eu senti meu pau endurecendo na hora.

“Você tá a fim de me foder gostoso hoje, né?” ela disse, olhando pra Marcos com olhos cheios de desejo. Ele não perdeu tempo, puxando ela pra perto e enfiando a língua na boca dela num beijo molhado e faminto. Eu fiquei ali, assistindo, me masturbando devagar enquanto via as mãos dele subindo pelas coxas dela. Carla gemeu alto quando ele levantou o vestido, revelando sua calcinha encharcada, e eu me juntei a eles, beijando o pescoço dela enquanto desabotoava a camisa.

A gente migrou pro quarto, onde a cama king size tava esperando. Carla se jogou no meio, tirando o vestido e ficando só de calcinha. Seus peitos grandes balançavam, os mamilos duros pedindo pra serem chupados. “Vem cá, meu puto”, ela chamou Marcos, que já tava nu, sua rola grossa e pulsante apontando pra cima. Eu ajudei a tirar a calcinha dela, sentindo o cheiro gostoso da sua boceta molhada, e passei a língua nela primeiro, lambendo devagar enquanto Marcos se posicionava do outro lado.

Ela estava uma delícia, gemendo e se contorcendo enquanto eu chupava seu clitóris inchado. “Ah, porra, isso é bom demais”, ela gritou, e eu senti o gosto salgado da sua excitação. Marcos não aguentou esperar e se enfiou entre as pernas dela, empurrando sua rola fundo na boceta dela. Eu ouvi o barulho molhado de cada estocada, vendo como ele abria ela toda. Carla agarrou meu pau, me puxando pra perto dela, e começou a me chupar com força, sua boca quente e úmida sugando como se fosse uma vadia em chamas.

Enquanto isso, eu via o rabo dela balançando com as investidas dele, e não resisti: passei a mão no cuzinho dela, lubrificado com o suor e o gozo, e comecei a massagear. “Quero te foder no rabo enquanto ele te come”, eu disse, e ela acenou, ofegante. Marcos acelerou, fodendo ela mais forte, e eu me posicionei atrás, enfiando meu pau no cuzinho apertado dela. Sentir a barreira cedendo, com ela gritando de prazer, foi incrível. A gente tava num ritmo louco, eu no rabo, ele na boceta, e Carla no meio, gozando repetidas vezes, seu corpo tremendo inteiro.

A noite inteira foi assim, uma porra de orgia selvagem. Depois de gozarmos juntos, com porra escorrendo das partes dela, a gente descansou um pouco no jacuzzi, mas logo voltou pro quarto. Carla era insaciável, montando em Marcos de novo, sua boceta ainda latejando, enquanto eu assistia e me juntava pra mais uma rodada. No final, exaustos e satisfeitos, deitamos abraçados, sabendo que aquela festinha ia virar rotina. Porra, foi a melhor noite da nossa vida.

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