Conto erótico: Minha esposa e o haitiano

· 3 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Somos um casal de Florianópolis, gaúchos de origem, mas morando aqui há anos. Temos um bom nível de vida e ela, por causa dos estudos, sempre lidou com estrangeiros, especialmente imigrantes e refugiados. Começou em grupos de acolhimento, dando aulas de português para haitianos e senegaleses.

Desde o começo eu já imaginava ela com outro homem, mas nunca comentei nada. Achava que ela não desconfiava da minha fantasia. Depois de um tempo fazendo trabalho voluntário com haitianos, notei que o interesse dela por aquelas pessoas estava crescendo. Ela admirava a luta deles, a força de vontade, e eu nunca imaginei que isso pudesse acordar outra coisa dentro dela.

Pra preservar nossa privacidade, vou chamar ela de Flávia. As coisas mudaram de verdade no dia em que fui buscar ela no curso. Chovia muito e ela pediu pra dar carona pra um haitiano chamado J. Eu estranhei, porque até então ela nunca tinha pedido isso, mas concordei.

Ele morava na Trindade, num apartamento dividido com outros haitianos. Deixamos ele em casa e seguimos. No caminho comentei que não me importava desviar a rota, mas que não era sempre que dava. Ela concordou e começou a falar dele.

Contou a história de vida, a dificuldade pra chegar ao Brasil, a esposa e a filha que deixou no Haiti, a busca por sobrevivência. Percebi admiração na voz dela.

Depois daquele dia, minha cabeça não parou mais. Eu já fantasiava ela com outro, mas agora era só com ele, com outros negros que ela ajudava. Imaginar minha esposa loira, de corpo magro, olhos claros, chupando um pau preto grosso me fazia gozar pra caralho.

Certa noite, com muito tesão, esperei ela sair do banho. Quando Flávia entrou no quarto, pedi pra ela fechar os olhos. Coloquei uma venda preta, abri o roupão dela e comecei a beijar os peitos firmes, descendo pela barriga até chegar na bucetinha rosada e pequena.

Enquanto lambia ela toda, me masturbava. Ela perguntou o motivo da venda. Eu ajoelhei ao lado dela, encaixei meu pau na boca dela e continuei chupando sua boceta com a mão.

Enquanto ela mamava, segurei de leve a cabeça dela e comecei a perguntar. Se estava gostando de mamar. Ela confirmou com a cabeça. Perguntei se, no lugar do meu pau, fosse outro, se ela também iria gostar. Ela parou um segundo, mas continuei guiando a cabeça dela pro meu pau.

Insisti, segurando firme. Ela balançou a cabeça confirmando. Então perguntei se imaginava aquele pau preto. Ela hesitou, mas voltou a chupar. Insisti de novo: se ela já tinha imaginado mamando um pau negro. Dessa vez ela confirmou com a cabeça.

Não aguentei. Gozei forte na boca dela, jatos grossos de porra enchendo a garganta, escorrendo pelo queixo. A buceta dela pingava na minha mão. Voltei a chupar, lambendo tudo, até sentir o corpo dela tremer. Ela gozou na minha boca, puxando meu cabelo, gemendo alto, toda molhada.

Eu ainda estava duro. Subi nela e enfiei o pau na bucetinha quente. Enquanto metia forte, perguntei no ouvido dela quem ela tinha imaginado quando gozou. Ela não respondeu, só gemia. Bombei mais fundo e repeti a pergunta. Ela continuava em silêncio, transando comigo num transe.

Tomei coragem e perguntei se tinha sido no J. Ela gozou na hora, arranhando minhas costas, apertando meu pau com a buceta latejando, suada, gemendo sem parar. Eu gozei dentro dela logo em seguida, enchendo de novo.

Ficamos ofegantes, sem falar nada por uns minutos. Depois começamos a conversar baixinho. Flávia de olhos fechados, quase envergonhada, mas a conversa que veio depois mudou tudo.

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