Conto erótico: Noite de desejo selvagem

· 2 min de leitura·Explícito·Narrado por ela

A noite tava com um clima safado, sabe? Talvez fosse o vinho que tava rolando na veia, ou aqueles olhares quentes que a gente trocava por cima da mesa, ou até o jeito que nossas mãos se encostavam e demoravam, como se estivessem pedindo mais. No caminho de volta, já passava da meia-noite, e o silêncio dentro do carro era tipo um grito de desejo. Tava tudo carregado, pesadão de expectativa. Bastou eu dar um sorrisinho de canto que o ar pegou fogo.

De repente, o desejo veio como uma porrada, impossível de segurar. Eu tava lá, respirando fundo, e ele começou a passar a mão na minha coxa, subindo devagar, fazendo meu corpo todo formigar. Entre risadas baixas e gemidos que eu mal conseguia controlar, a gente se jogou um no outro dentro daquele carro. Eu senti a mão dele apertando meu peito por cima da blusa, os dedos cutucando os mamilos duros, e respondi passando a mão na calça dele, sentindo a rola já inchada, pulsando contra a minha palma. O mundo lá fora sumiu; era só nós dois, com as línguas se enrolando num beijo molhado e urgente, e eu já tava encharcada, louca pra sentir mais.

Quando chegamos em casa, a garagem tava aberta e a rua ainda tinha uns carros passando, mas isso só deixava a coisa mais excitante, tipo um perigo gostoso que acendia tudo. Eu saí do carro devagar, balançando o quadril, provocando, e ele não aguentou. Rafael me puxou com força, me encostando na lateral do carro, os olhos dele cheios de fome. O ar ficou quente pra caralho, meu coração disparado, e ali mesmo, de pé, nós nos entregamos.

Ele arrancou minha blusa, chupando meus peitos como se fosse a última vez, a língua girando nos mamilos enquanto eu gemia alto, não ligando se alguém ouvia. Eu abri a calça dele, liberando aquela rola grossa, e comecei a massagear, sentindo o pau dele latejar na minha mão. “Vai, enfia logo”, eu sussurrei, e ele obedeceu, me virando de frente pro carro, levantando minha saia e puxando a calcinha de lado. Ele enterrou o pau na minha buceta num movimento só, me enchendo de uma vez, e eu gritei de prazer, o som ecoando na garagem.

Cada estocada era mais profunda, mais selvagem, o barulho das nossas peles batendo misturado com os carros passando lá fora. Eu sentia o pau dele raspando no meu ponto certo, me deixando louca, o cuzinho todo contraído de tanto tesão. “Sua putinha gostosa”, ele gemeu no meu ouvido, e eu respondi apertando ele com força, gozando forte enquanto ele me fodia sem parar. Ele não demorou muito, enfiando até o fim e soltando a porra quente lá dentro, o corpo tremendo contra o meu.

No final, ficamos ali, ofegantes, com o cheiro de sexo no ar, e eu senti aquele arrepio delicioso no corpo todo. Uma noite proibida assim, que faz a gente querer repetir só de lembrar.

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