Eu sou novo nisso. Tinha acabado de me separar da trans com quem morava e andava com um tesão insano, louco para dar o cuzinho. Conheci um homem de 53 anos no Grindr, bem parrudo, daqueles que parecem ter força para quebrar alguém ao meio. Marcamos de sair, fui buscá-lo no ponto combinado e seguimos para um lugar deserto nas montanhas, perto do bairro onde moro.
Estacionei o carro, desliguei o motor e já estava com a mão no pau dele por cima da calça. Quando tirei, quase não acreditei: era enorme, grosso, com uma cabeça rosada que latejava. Comecei lambendo devagar, depois engolindo aos poucos. Meu cuzinho já piscava de vontade, apertando sozinho.
Chupei bastante aquele pau gigante, que mal cabia na minha boca, e imaginei como ia ser duro aguentar tudo dentro de mim. O tesão ganhou: baixei o banco dele, coloquei a camisinha, passei bastante lubrificante e fui sentando devagar.
Doía pra caralho, mas eu não parava. Tinha que tirar um pouco, respirar e descer mais um centímetro. Sentir aquela tora abrindo meu cuzinho virgem era uma mistura de dor e fogo que me deixava duro só de pensar. Consegui enfiar metade, depois mais, até que ele estava quase todo dentro.
Comecei a subir e descer, sentindo cada veia, cada centímetro me alargando. Meu rabo queimava, mas eu queria mais. Fiquei um bom tempo assim, rebolando devagar, até que o carro ficou apertado demais e eu parei.
Voltei a chupar aquele cacete grosso, lambendo a cabeça, engolindo o que dava, até não aguentar mais de tesão. Sentei de novo, agora com mais vontade, subindo e descendo até sentir ele bater no fundo. Meu cuzinho estava latejando, aberto e molhado de lubrificante. Gozei gostoso sem nem tocar no meu pau, o corpo inteiro tremendo. Estava cansado, suado, mas ele ainda estava duro.
Conversamos um pouco e ele não tinha gozado. Eu falei que, na próxima, ia aguentar até ele gozar dentro do meu cuzinho ou na minha boca.
Algumas semanas depois, marcamos de novo. Fui buscá-lo e o levei direto para minha casa. Assim que entramos, ele me agarrou, me virou de costas e baixou minha calça. Eu já estava com o cuzinho piscando de antecipação.
Ele passou a mão nas minhas nádegas, apertou forte e meteu dois dedos logo de uma vez, abrindo caminho. Eu gemia baixinho enquanto ele me preparava, quase implorando para sentir aquele pau outra vez.
Deixei ele deitar na cama e subi em cima, de frente para ele. Passei lubrificante de novo, encaixei a cabeça grossa na entrada e desci devagar. Dessa vez doía menos, mas ainda era apertado. Eu ia sentando centímetro por centímetro, sentindo meu cuzinho se abrir ao redor daquela tora.
Quando ele estava todo dentro, comecei a rebolar, sentindo ele bater no ponto mais fundo. Ele segurava minha cintura, empurrando para cima enquanto eu descia, me fodendo com força.
Fiquei ali um bom tempo, cavalgando gostoso, gemendo cada vez mais alto. Meu pau balançava duro, pingando. Ele me virou de quatro, segurou firme no meu quadril e meteu tudo de uma vez, estocando forte. Meu cuzinho estava tão aberto que ele entrava e saía com facilidade, o barulho molhado ecoando no quarto. Eu segurava os lençóis, pedindo mais, sentindo o pau dele inchar ainda mais.
Ele gemeu rouco, apertou minha bunda e gozou fundo, enchendo a camisinha com jatos quentes. Eu senti cada pulsação, o pau dele latejando dentro de mim. Quando tirou, meu cuzinho ficou piscando, aberto e inchado, lubrificante escorrendo.
Deitei de lado, ofegante, já pensando na próxima vez, quando ia pedir para ele gozar direto na minha boca ou sem camisinha, sentindo a porra quente escorrer pelo meu rabo.