Conto erótico: Tesão selvagem e intenso

· 2 min de leitura·Explícito·Narrado por ela

Cheguei na casa dele tremendo de tesão, o corpo todo elétrico só de pensar no que viria. Ele me esperava com aquele olhar faminto, como um lobo pronto para devorar. Mal trocamos um oi e sua mão já cravou na minha bunda, apertando forte, como se quisesse me possuir ali no corredor mesmo. Eu ri, rebolando de propósito para provocar, e comecei a descer a calça devagar, sentindo o tecido roçar na pele. Estava só de calcinha, me preparando para vestir uma camisola e deitar ao lado dele, mas ele não aguentou esperar. Num instante, ele se livrou da roupa e ficou pelado, com o pau duro e pulsando, cheio de veias saltadas e gotejando pré-gozo.

Ele me encoxou por trás, pressionando aquela rola grossa contra mim, e eu me virei de costas, ansiosa, alisando o comprimento dele com as mãos. Senti a ponta melada, quente e escorregadia, e isso só aumentou minha excitação. Ainda em pé, ele puxou minha calcinha para o lado e atacou direto no meu cuzinho, chupando com uma fome selvagem. Sua língua girava e mergulhava, me fazendo arrepiar da cabeça aos pés. Eu gemia alto, olhando para nós no espelho, o que realçava meu lado feminino, me sentindo vulnerável e pronta para ser tomada.

Meu pênis estava totalmente flácido, pingando como a boceta de uma mulher louca por foda, e eu mal conseguia pensar direito. Com o calor subindo, sugeri um 69 para apimentar as coisas – afinal, estava na seca há quase dois meses desde nosso último encontro, e o tesão me consumia. Ele topou na hora e se deitou na cama, o pau erguido como um convite. Eu me posicionuei de quatro, a bunda bem perto do rosto dele, querendo prolongar o prazer e me submeter totalmente. Comecei a chupar sua rola, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte de homem, lambendo devagar do saco até a glande.

Mas ele não quis esperar; agarrou meu quadril e me puxou para montar sobre sua cabeça. Aquela posição me enlouquecia – e ele também parecia adorar. Ele chupou minha cucetinha com voracidade, a barba áspera roçando na pele sensível, me deixando toda arrepiada. Seus dedos abriram mais o cuzinho, facilitando a entrada da língua, que entrava e saía rápida e firme. Eu me entreguei como uma fêmea em cio, gemendo em volta do pau dele, que enfiei inteiro na boca e chupei com força. Ele me apertava pela cintura, a língua trabalhando sem parar, e eu sentia o prazer subir como uma onda.

Não aguentei mais; ainda de calcinha e com meu membro mole contido ali, gozei forte, derramando porra quente no peito dele enquanto mantinha sua pica bem fundo na garganta. Foi delicioso pra caralho – eu, com a boca cheia da rola do meu macho, e ele devorando meu cuzinho como se fosse o último pedaço de carne do mundo. Me senti completamente submissa, como uma putinha realizada nas mãos do seu cara.

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