Era sexta-feira e minha vizinha estava gritando com os dois filhos. Eles não paravam de fazer bagunça pela casa.
— Já está na hora de vocês irem para a escola! Deixem essas coisas aí e vão se arrumar!
Mara, como vou chamá-la, tinha 38 anos, era magra, com a bunda empinada, e estava grávida de sete meses do terceiro filho. O marido trabalhava no Ceasa, saía cedo e só voltava à noite, deixando ela sozinha com as crianças. Ela sempre usava shortinho curto, com a barriga enorme de fora, e um top folgado para não apertar. Na rua, eu via ela de vestido longo de malha fina, soltinho, marcando a barrigona e aquela bunda magra que chamava atenção.
Aquele dia eu fiquei com um tesão absurdo assim que entrei em casa. O muro entre nossos quintais era baixo o suficiente para eu ver tudo pela janela da cozinha. Mara gritava com os meninos, e o shortinho de malha curta parecia uma calcinha. Sem sutiã, os bicos dos seios cheios de leite marcavam o tecido. Fiquei na porta olhando diretamente para ela. Ela me viu e suspirou.
— Oi, Tiago. Não se assuste não, hoje eu tô uma pilha de nervos.
— Você precisa relaxar, amiga. Tá grávida, barriguda assim, pode prejudicar o bebê.
— Pois é, mas o que eu faço pra relaxar?
Aquela conversa me deixou com o pau latejando. Resolvi arriscar.
— Sabe que uma boa massagem nos pés alivia bastante a tensão?
— E quem vai fazer? Meu marido sai cedo, volta tarde, nem atenção me dá. Antes já era assim, agora que tô grávida ficou pior ainda, né, Tiago?
— Depois que você mandar os meninos pra escola, vem aqui que eu faço uma massagem com creme em você. Vai ficar novinha.
Ela riu.
— Ah tá, é isso que as mulheres que vejo entrar aí fazem? Massagem nos pés?
— Nos pés e no corpo também, mas só atendo casos especiais. Você quer?
— Depende, Tiago… depende de quê?
— Mara… você é especial?
— Sou?
— Sim, e muito. Vou deixar você bem relaxada.
Eu passei a mão por cima da bermuda, alisando a rola que já estava dura e pulsando. Mara mordeu o lábio inferior e soltou um “aiiiiii, socorro”. Depois disse que ia passar lá.
Mais tarde, eu estava no banho. O calor de Florianópolis tinha voltado forte, com a primavera chegando ao fim. Uma voz sussurrou do outro lado do muro:
— Vizinho…
Saí do banho de toalha e fui até a janela. Era Mara, só com a cabeça aparecendo.
— Eles já foram. Posso ir aí? Tem que ser rápido, minha cunhada vem daqui a pouco. Vou entrar pelo lado de trás, me ajuda a pular o muro.
Coloquei uma cadeira encostada no muro do meu lado. Ela subiu na cadeira do lado dela. Eu subi na minha e segurei ela pelo sovaco, puxando com cuidado. Mara era magrinha, uns 65 quilos no máximo. Levantei devagar, sentindo a barriga roçar no meu peito enquanto a puxava para o meu quintal.
— Ai, que loucura, Tiago…
Ela foi na frente e entrou pela porta da cozinha. Eu fui atrás, olhando o vestido branco com listras vermelhas, soltinho, balançando em cima daquela bunda enorme e empinada. A calcinha minúscula marcava. Minha rola já estava dura dentro da bermuda de malha, sem cueca por baixo. Fiz de propósito: já tinha entendido o que ela queria.
Quando entrei no quarto, Mara estava sentada na ponta da cama.
— Então é aqui que você devora suas clientes?
— Só as especiais.
— Hum… e eu sou especial?
— Muito.
— Então vou ser devorada…
Ela olhou direto para a rola marcando a bermuda. Eu segurei a cintura da bermuda e puxei para fora o pau grosso, latejando, as veias saltadas.
— Sim, você é especial — falei.
Mara abriu a boca, descrente.
— Nossa, Tiago… que rola enorme. Vai machucar o bebê?
— Tem leite até dizer chega.
— Tá cheinha de leite…
Ela nem terminou a frase. Abocanhou a cabeça do pau e enfiou tudo que conseguiu na boca, engolindo com barulho molhado, sugando como se fosse uma chupeta.
— Que delícia de rola — gemeu entre uma sugada e outra. — As veias todas estufadas…
— Quero te dar de quatro — pediu ela, segurando minhas bolas. — Quero que você me encha de porra e filme. Quero mostrar pras minhas amigas casadas, que vivem querendo ser fodidas enquanto os maridos só ficam no bar.
— Que delícia, Mara. Mas tem que ir com calma pra não dar problema pro bebê.
O celular dela tocou. Era a cunhada. Mara atendeu rápido.
— Daqui uns vinte minutos eu tô pronta.
Eu puxei ela com cuidado e coloquei de quatro na ponta da cama. Lambi o cuzinho dela com bastante baba, deixando escorrer tudo até melar os lábios inchados da buceta. Passei a cabeça do pau na entrada apertada. Mara rebolou, gemendo baixo. O pau foi entrando devagar, sumindo centímetro por centímetro enquanto ela empinava mais.
— Aiii, Tiago… filma… quero que filme você me fodendo…
Eu comecei a socar mais forte, segurando a cintura dela com uma mão e o celular com a outra. Mara gozou primeiro, aos berros, o corpo inteiro tremendo, a bunda rebolando sem parar.
— Goza… quero sua porra escorrendo dentro de mim…
Ela deu uma empinada diferente e minha rola bateu no fundo, encaixando numa carne macia. O jato saiu grosso, quente, enchendo ela por dentro. Mara gozou de novo, gemendo alto, repetindo que estava sentindo tudo encostando no bebê.
O celular tocou mais uma vez. Ela pulou da cama.
— Nossa, tenho que ir! Me ajuda, rápido!
A rola saiu escorrendo porra. Mara deixou a calcinha na cama e correu para o muro. Quando arrumei a bermuda e cheguei lá, ela já tinha pulado de volta pro lado dela.