Me chamo Rafael minha esposa se chama Clara. Nós dois gostamos de fantasias sexuais. A dela é fazer sexo com outro homem.
A minha gata é muito safada: ela adora nossas brincadeiras gostosas, mas sempre mantemos o respeito, principalmente porque ambos precisam estar no clima pra que tudo role da melhor forma, né?
Certa noite, eu e ela saímos, fomos tomar uns drinks num barzinho no centro da cidade. Lá estávamos quando chegou um moreno bonitão. Eu não sou muito de achar homem bonito, mas eu gosto de escolher qual pica vai foder minha mulher.
A minha esposa gostou, e logo me disse sorrindo: “hoje vou experimentar outro cacete”. Foi simples e direta: ela não tava brincando. Simplesmente foi ao banheiro e voltou sem a sua calcinha, estilo fio dental que usava.
Colocou a calcinha na minha mão. Ela sabia que eu ficava louco por aquilo. Como se não bastasse, a safada começou a abrir a perna, deixando sua bocetinha à mostra. Sua saia curta entregava tudo o que ela queria mostrar.
Ela começou a exibir pro moreno. O cara estava ficando doido naquela xotinha gostosa. Depois de alguns minutos, ela se levantou e começou a se insinuar. Eu observava tudo de perto e dava pra notar que sua bunda estava à mostra.
Depois de muito brincar, ela foi ao banheiro, acho que estava bem molhadinha, mas eu já sabia que não seria meu pau a apagar aquele fogo. Chamei o rapaz pra nossa mesa e ela se assustou quando chegou na mesa e nos viu conversando juntos.
Eu já tinha explicado toda a situação para o sortudo. Ela adorou a companhia e eles começaram a trocar idéias. Ela abria a perna mostrando a bucetinha gulosa para o rapaz. Vi que ele estava de pau duro e ela o atiçava cada vez mais.
De repente, ela me disse sorrindo para pagar a conta, pois precisávamos sair logo dali. Fomos juntos para o carro. Antes mesmo de abrir a porta, no estacionamento mesmo, ele levantou a sainha minúscula sem calcinha da minha mulher, que subiu no capô do carro e não se aguentava de tesão. Agora ele estava vendo aquela bucetinha gulosa de perto e não demorou para cair de boca, me pedindo licença.
Eu prontamente disse: “É toda sua”. A minha esposinha gemia na língua dele. Depois de alguns minutos, ela logo caiu de boca no cacete dele e ele a pôs de quatro no capô e empurrou a piroca na bucetinha dela sem camisinha mesmo.
A minha puta gemia e me agradecia pela liberação, dizendo que em casa era minha vez. Ela gozou gostoso na rola do rapaz, que gozou dentro da sua xoxota e na boca. Ele só não comeu o cuzinho delicioso dela porque só eu quem como.
Sempre que possível, levo ela pra gozar com outro.