Sou um homem privilegiado. Esperei o tempo que foi preciso para encontrar a mulher da minha vida. Aquela que fosse tudo em uma só: a esposa, a amiga, a companheira, a confidente, a amante, a cúmplice. Viver uma relação assim, é de uma magnitude tão intensa que é algo indescritível. Essa mulher tem um nome e um pseudônimo. O nome está guardado para sempre em meu coração. Seu pseudônimo, Madá.
Seus atributos de mulher nem vou dizer, pois ela é daquelas que literalmente param o transito. Vivemos intensamente nossas fantasias, taras e desejos. E dentre essas fantasias ela foi alimentando o desejo de transar com outro macho em nossa cama. E ia além disso: seu desejo era que eu chegasse em casa e flagrasse ela.
Um belo dia fui fazer uma viagem a trabalho. Meu retorno estava previsto para um domingo, chegaria em casa por volta de 23h. Durante a tarde ela me envia uma mensagem dizendo que o Arcanjo estaria de passagem por nossa cidade e perguntando se eu deixaria recebe-lo em nossa casa. Prontamente eu disse que sim, mas com uma condição: de que ela me enviasse fotos e vídeos do macho fudendo ela bem gostoso. Arcanjo é um belo jovem, que conhecemos através de um site liberal. Era ainda apenas um amigo virtual.
Tudo combinado, Arcanjo chegaria em nossa cidade por volta das 17h, porém como estava em trânsito seria apenas uma rápida visita. Ou seja, eu teria que me contentar apenas em ver vídeos e fotos desse momento.
Por volta das 17h eu já estava na estrada retornando para minha cidade. Imaginem o tesão e as coisas que passavam pela minha cabeça. Viajei por quase 2h sem ter sinal de celular, o que impossibilitava de saber através das mensagens o que estava rolando em minha casa.
Ao chegar numa região com o sinal de celular, fui logo ver o que me reservava. Ela havia enviado duas fotos segurando o pau dele e essa mensagem: “Delícia demais…Que pica gostosa. Quando ele chegou foi uma loucura. Tava maior barulho nos vizinhos e ninguém na rua. Entrou tranquilo. Chegamos no quarto e começamos a sarrar. Pica bonita demais. Chupei ele tava duro demais. Peguei o preservativo. Sentei devagar. Gozou rápido não aguentou. Foi três vezes assim. Tesão danado amor. Ele acabou de ir embora. Meu amor é só seu!!!”
“Vai chegar aqui umas onze horas né amor. Já vou estar dormindo. Vem devagar. Cuidado na estrada. Beijos Te amo”. Essa foi a ultima mensagem que recebi dela. A partir daí não fiz mais contato com ela. Sabia que ela não estava bem, pois vinha de uma forte gripe e depois te ter transado muito com o amigo precisava realmente descansar.
E assim foi, continuei minha viagem e as 23h cheguei em casa. Sabendo que ela estava dormindo, nem guardei o carro na garagem para não fazer barulho e incomoda-la.
Moramos no primeiro andar de um prédio, então eu subi bem devagar. Quando abro a porta da sala, me deparo com um cena que não sei como descrever.
Só sei que ela nunca sairá de minha memoria: a mulher da minha vida, ajoelhada, abocanhando o pau do macho que sentado no sofá da minha sala se contorcia de tesão…ela olhou para mim com aquela cara safada.
Dei-lhe um beijo apaixonado e disse: “que surpresa mais linda. Minha ficha precisa cair. Vou ao banheiro e encontro vocês em nosso quarto”. Fui ao banheiro ainda meio atordoado de felicidade com a cena que havia acabado de ver.
Quando retornei ao quarto, ela já cavalgava deliciosamente aquele macho roludo em cima de nossa cama. E assim foi. De quatro, de lado, cavalgando e por fim com o macho ganhando o direito de comer o cuzinho de minha amada.
Depois de fuder de todos os jeitos e já exaustos ela me disse: “agora meu corninho, vou colocar o colchão no chão, pra você dormir ao lado da nossa cama. E eu vou dormir agarradinha com ele”.
Que loucura. E assim adormecemos. No outro dia bem cedinho o amigo acordou e tomou seu rumo. Essa nossa cumplicidade é apenas o retrato e a cópia fiel do nosso amor. E disso, eu não tenho dúvidas. Te amo minha neguinha!!!
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Casal: Gui e Madá