Contos eróticos: Uma rapidinha com a camareira do hotel!

· 2 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Sou moreno e alto, há três anos estava em Salvador a trabalho, ainda no ritmo da pandemia. Estava no final do dia no quarto do hotel, finalizando alguns e-mails, e solicitei uma dose de uísque ao serviço de quarto. Ao receber, uma mulher gostosa e simpática entrou, deixou um copo com a dose e outro com gelo, e se retirou.

Lá pela terceira dose, a mesma atendente veio entregar e eu estava só de toalha, com o pênis “meia bomba” fazendo marca na toalha. Sem pretensão alguma, iria apenas tomar a última dose, tomar um banho e dormir. Ao abrir a porta, notei ela olhando diretamente para o meu pênis. Pedi que deixasse o uísque na bancada ao lado do notebook e resolvi puxar uma conversa fiada. Ela foi simpática, educada e levemente constrangida, deixou o quarto e a partir daí o tesão me tomou.

Pedi outra dose alguns minutos depois, apenas para tentar algo. Ao abrir a porta, notei novamente o olhar no pênis (dessa vez, pus uma cueca, e já não marcava pela toalha), então falei: “Decepcionada? Não viu o que queria?”. Ela sorriu e arrisquei um beijo, que ela retribuiu.

Era uma mulher magra, 1,70m de altura, belo sorriso, cabelo trançado, seios pequenos e bumbum empinado. Nos beijamos intensamente, nossas línguas se encontrando num ritmo frenético, ela disse que teria que retornar ao trabalho, mostrei meu pau durasso e disse que precisava gozar!

Então ela entrou no quarto, fechou a porta e se abaixou caindo se boca no meu pau, sua boca quente e úmida envolvendo meu pau com maestria, logo se levantou e disse que precisaria ser rápido!

Eu a conduzi contra a parede, de costas, e ela levantou os pés, estava de saia e quando levantei vi uma bucetinha linda, babando, e uma bunda redondinha e firme. Fiquei ainda mais louco, ams precisava ser rápido, então comecei a meter com selvageria, contra a parede.

A sensação de sua buceta apertada envolvendo meu pau era indescritível, disse que precisava gozar e queria que ela sentisse, ela consentiu, e eu, com movimentos rápidos e profundos, senti o calor do seu corpo e a umidade da sua excitação. Gozei dentro dela, sentindo cada espasmo de prazer percorrer meu corpo, enquanto ela gemia baixinho, o prazer evidente em seu rosto.

Ela sorriu, vestiu a roupa e disse que precisava retornar. Eu fiquei ali, ainda ofegante, sentindo o cheiro dela no ar, e a lembrança daquele encontro rápido e intenso me acompanhou por dias.

Enviado por: jpleiteiro

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