Conto erótico: Encontro no escritório, buceta com saudade

· 3 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Mais um tempo se passou. As provocações pelo WhatsApp ficaram ainda mais pesadas, agora que depois de três anos a gente finalmente tinha certeza da química e já tinha provado o gosto um do outro.

As agendas continuavam apertadas, mas um dia ela precisava ir ao centro e eu estava no escritório. Convidei ela de novo. Pedi o vestido favorito, com uma jaqueta jeans por cima pra disfarçar o decote.

Ela tocou a campainha. Abri a porta, puxei ela pra dentro num impulso, tranquei a fechadura e encostei o corpo dela numa coluna. O beijo foi fundo, daqueles que matam a saudade do gosto da boca.

Desci pela nuca, pelos seios, puxei eles pra fora do vestido enquanto minhas mãos já desciam direto pra buceta. Tava pingando, escorrendo na calcinha. Segurei ela pela nuca, perguntei se aquilo era saudade.

Virei ela de frente pra coluna, encostei a barba na nuca e falei bem baixo no ouvido dela:

— Tá com saudade do macho, é?

Ela empinou o rabo, procurando meu pau duro contra a bunda.

Minhas mãos passeavam pelo corpo dela, apertando os seios, enquanto a outra abria a buceta molhada, dedilhando devagar. Os gemidos saíam abafados. Eu precisava sentir o gosto dela de novo.

Não deu tempo de ir pro salão. Levantei ela na bancada do escritório, abri as pernas bem abertas, olhei nos olhos dela e comecei a chupar a buceta com vontade. A língua escorregando nos lábios inchados, sugando o clitóris, entrando fundo.

Os gemidos que ela segurava foram escapando, o corpo tremendo a cada passada. O tesão misturado com o medo de alguém bater na porta ou ouvir alguma coisa. Mas logo esses pensamentos sumiram. Ela se entregou de vez, se contorcendo, rebolando na minha boca até gozar forte, esparramando mel na minha língua.

Quando ela voltou a si, ajudei a descer da bancada. Beijei ela de novo e falei que a buceta dela tava com bastante saudade. Ela me olhou, abriu meu zíper, tirou meu pau pra fora e se ajoelhou.

Começou a passar a cabeça grossa nos lábios, chupando devagar, ainda com um pouco de dificuldade, mas me olhando com um tesão que era melhor do que qualquer coisa que eu imaginava. Eu sabia que ela também esperava por aquilo. Deixei ela brincar à vontade.

No final, segurei ela pela nuca e comecei a bater meu pau duro na cara dela, provocando:

— Vai dar conta mesmo?

Levantamos e fomos pro salão do escritório. Ela de joelhos, colocou os seios pra fora e apertou meu pau entre eles. Eu sonhava com aquela cena desde a primeira vez que vi as fotos dela. Ela sabia.

Continuou esfregando, passando a língua da base até a cabeça, fazendo uma espanhola gostosa, apertando os peitos em volta da rola. Ficamos assim um bom tempo. Eu me segurando pra não gozar logo, porque a gente tinha combinado de fazer ela aprender a engolir porra e ir virando uma boa puta aos poucos.

Quando não aguentei mais, levantei com o pau latejando na altura do rosto dela e falei que ia foder aquela boca até gozar. O corpo dela tremeu, mas ela agarrou mais firme, enfiou a cabeça na boca e se deixou ser usada.

Fodi a boca dela sem parar, até sentir o gozo subindo. Joguei tudo dentro, porra quente escorrendo pela língua, pelo queixo, pingando nos seios. Ela não conseguiu engolir tudo de uma vez, mas ficou lá, lambendo o que sobrou.

Depois se recompôs, se arrumou e saiu com um sorrisinho nos lábios, já sabendo que ia virar uma puta completa.

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