Conto erótico: Relato de sexo no escritório após flertes

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Passou um bom tempo desde o primeiro encontro. Continuávamos trocando mensagens quase todo dia, com provocações pesadas dos dois lados. Eu vinha de uma semana foda de trabalho, ela também, atolada em cursos e mais trabalho, então a coisa ficava só no WhatsApp, fotos safadas e chamadas de vídeo onde a gente se masturbava olhando um pro outro.

Até que um dia, depois de vários convites, ela topou tomar um café no meu escritório. Na época eu tinha um lugar pequeno no centro, que ficava vazio depois das seis. Nesse meio tempo ela tinha postado um vestido listrado no status, com um decote generoso que deixava os peitos ainda mais chamativos. Como sou sem vergonha, pedi que fosse com ele.

Ela veio. Fomos trocando mensagens pra orientar o caminho. Quando chegou, recebi ela, ofereci água e sentei no salão pra terminar uns papéis. Ela ficou perto, conversando enquanto eu fechava as coisas.

Dava pra ver que estava nervosa, o corpo tremendo de mistura de tesão e dúvida. Eu fiquei repetindo que não ia fazer nada sem ela querer. Quando terminei, fechei o notebook e a conversa ficou mais quente, falando das fotos que trocávamos e das chamadas.

Me aproximei. Ela me beijou, ainda hesitante. Eu respondi, passando as mãos pelas coxas dela, subindo pelo corpo, mas lembrando que bastava um pedido pra eu parar. Quando nos afastamos, meu pau já estava latejando dentro da calça. Ela respirou fundo, me olhando com aqueles olhos cheios de desejo, e falou que queria que eu visse ela se tocando.

Me afastei um pouco. Ela puxou os seios pra fora pelo decote do vestido e começou a apertar os mamilos, me olhando. Perguntei se podia tocar. Ela pegou minha mão e levou até lá.

Eram macios e quentes como eu imaginava. Pedi pra beijar e ela deixou. Me inclinei, passei a língua devagar pelos bicos, chupando devagarinho enquanto sentia o corpo dela tremer e gemer baixo.

Meu pau doía dentro da roupa. Levantei, abri o zíper e coloquei ele pra fora bem na frente do rosto dela. Perguntei se era como ela imaginava pelas fotos. Com as mãos ainda trêmulas, ela segurou. Em vez de afastar, aproximou a boca molhada e passou a língua na cabeça inchada, babando.

Teve um pouco de dificuldade no começo, mas foi engolindo aos poucos, olhando pra mim com aquela cara de vontade que antes só via na câmera. Foi descendo até onde aguentou, depois tomou ar.

Perguntei se era como imaginava. Ela disse que era mais grosso e pesado do que parecia nas fotos.

Agora que ela tinha saciado um pouco a curiosidade, perguntei se eu podia também, porque fazia anos que eu sonhava com o gosto dela. Ela disse que sim. Levantei ela da cadeira, beijei e deitei ela na mesa do escritório, peitos pra fora, vestido embolado na cintura. Comecei a descer a boca pelo pescoço, chupando os mamilos, mordiscando de leve, enquanto minha mão desceu até a boceta. Já estava encharcada, pingando.

Segurei firme na cintura dela, pedi pra abrir mais as pernas e enfiei a cara entre as coxas. O cheiro era forte, gostoso. Passei a língua devagar nos lábios inchados, chupando o clitóris com força, lambendo tudo, sentindo ela tremer cada vez mais.

A hesitação foi virando desespero. Os gemidos ficaram mais altos, o corpo se contorcendo. Eu segurei firme pra ela não cair da mesa e continuei chupando forte até ela gozar na minha boca, apertando as coxas na minha cabeça, o corpo inteiro tremendo.

Levantei com o pau duro como pedra. Bati ele no rosto dela, passando a cabeça molhada pelos lábios, nos peitos. Perguntei se tinha gostado. Ela respirou ofegante e disse que sim.

Lembrei que ela já tinha falado que tinha vontade de engolir porra, mas não gostava. Perguntei se ainda era assim.

Ajudei ela a levantar. Ela desceu da mesa, ajoelhou na minha frente e voltou a chupar com mais fome, sem aquela timidez toda. Deixou eu segurar a cabeça e meter mais fundo, engasgando, babando, sem frescura.

Eu fodendo a boca dela, passando as mãos nos peitos enquanto ela punhetava o resto do pau. Quando avisei que ia gozar, ela pediu pra ser na boca. Continuei metendo até jorrar tudo: porra grossa esguichando no rosto, nos peitos, escorrendo pelos mamilos, um pouco na língua. Ela lambeu os cantos da boca, mas ainda não engoliu tudo.

Ajeitamos a roupa. Levei ela até o metrô. Nos despedimos com a certeza de que aquilo não ia ficar só naquela vez.

Leia a seguir

Boquete · 3 minEncontro no escritório, buceta com saudadeEla veio ao meu escritório de vestido, já pingando de saudade. Chupei ela na bancada até ela gozar, ganhei uma espanhola e fodi a boca dela até encher de porra.Ler agora →
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