Eu era motorista de aplicativo e costumava pegar a noite, por causa do trânsito mais leve e do dinheiro extra que rendia. Num final de tarde qualquer, peguei minha primeira passageira: uma morena magrinha, rosto bonito, que entrou quieta e quase não falou nada o caminho todo.
Eu só abria a boca se o passageiro começasse, então deixei ela em paz. No fim da corrida ela soltou um comentário sobre gatinhos, coisa boba, mas já foi o suficiente pra quebrar o gelo.
Dois dias depois, lá estava ela de novo, a mesma morena magrinha. Dessa vez conversamos mais, ela se soltou bastante, contava coisas da vida, ria fácil. Eu mantive tudo na linha, sem gracinha nenhuma, principalmente porque tinha reparado a aliança no dedo dela.
No final da corrida ela pediu meu contato, disse que fazia sempre o mesmo trajeto e queria um motorista de confiança. Passei o número sem pensar duas vezes.
Dois dias depois ela me chamou direto. Entrou no carro linda pra caralho, já com a make caprichada. Depois de uns dois minutos rodando, ela começou a esquentar o papo, falando de putaria sem rodeio. Eu perguntei se não tinha problema, já que ela era casada.
Foi aí que ela me contou que o marido adorava ser corno, só não gostava que chamassem ele de corno. Abriu o celular e me mostrou as mensagens dele insistindo pra ela dar em cima de mim, pedir pra eu levar ela pra um lugar deserto e foder ela com força.
Meu pau ficou duro pra caralho na hora. Perguntei se ela queria mesmo que eu fizesse aquilo. Ela sorriu e falou:
— Bora.
E já começou a passar a mão na minha rola por cima da calça enquanto eu dirigia.
Chegando num loteamento vazio, bem escuro, parei o carro. Ela ligou o vídeo pro marido. Eu tirei a rola pra fora, grossa e latejando, e ela já engoliu até o fundo. Aquela boca carnuda, quente e babada chupava gostoso pra porra. Eu segurava o celular dela, mostrando pro marido a esposa dele engolindo um pau desconhecido.
Depois levantei ela, baixei a calça e deixei aquela bundinha empinada. Abri bem o rabo dela e comecei a lamber o cuzinho apertado, depois desci pra buceta molhada. Fiquei um tempão chupando os dois buracos, esfregando a barba pra ela ficar cheirando a sexo o resto da noite.
Quando não aguentei mais, enfiei a rola na buceta dela de uma vez. Tava pingando, quente pra caralho. Fodi ela em pé primeiro, depois de quatro no banco de trás, depois joguei ela em cima do capô, de frente e de costas, metendo fundo enquanto ela gemia olhando pra câmera.
Gozei muito, jato grosso escorrendo pela bunda dela até chegar na buceta. Ainda filmei a cabeça do meu pau latejando, vermelha, quase esfolada de tanto foder.
A gente saiu mais umas vezes depois disso, mas aquela primeira vez, com o marido assistindo tudo pelo vídeo, ficou marcada pra sempre.