Em São Paulo, no meio daquela festa de música eletrônica, eu pedi ela em namoro. A viagem toda foi incrível. Dias depois, já de volta à nossa cidade, ela tinha largado o ex e estava namorando comigo de verdade.
Com o passar dos meses, a intimidade explodiu. Mandávamos nudes o tempo todo, transávamos sem parar. Ela, com aquela cara de anjo, virava uma puta safada na cama.
Numa sexta, eu mandei um vídeo de dois caras fodendo uma mulher casada e perguntei se ela aguentaria dois paus de verdade. Achei que ela ia estranhar a pergunta, mas respondeu na hora que sim, que aguentaria dois homens comendo ela ao mesmo tempo.
Depois disso, o nosso sexo ficou muito mais quente. Quase todo dia falávamos sobre o assunto. Ela ia abrindo a cabeça, fantasiando outro homem na nossa cama, me humilhando, me chamando de corno e de fraco enquanto eu metia nela. Um dia perguntei se ela já tinha me traído. Ela disse que sim. Acho que foi só pra me deixar duro, mas eu adorei ouvir.
Comecei a procurar caras no Sexlog e mandava os perfis pra ela avaliar. Achei um de outra cidade, bem longe, e ficamos trocando mensagem com ele por dias. Ele mandava foto da rola pra mim e eu repassava pra ela.
Eu pedia pra ela ir pro quarto conversar com ele enquanto eu ficava na sala, e aproveitava pra mandar ela se masturbar pensando nele. Ela fazia. Ficava toda vermelhinha, a pele branquinha dela brilhando de tesão.
Logo depois achei outro, esse da nossa cidade. Conversei primeiro pra saber como era o esquema e depois passei o contato pra ela. Ficamos no WhatsApp por quase um mês. Ela já estava totalmente convencida.
Eu pedia pra ela mandar mensagem pra ele enquanto eu tirava fotos dela pelada e mandava. Ele devolvia fotos da rola grossa. Nas conversas, ela já me chamava de corno e dizia que estava louca pra dar pra ele. Já transava comigo imaginando que era outro. Eu me sentia corno de verdade e gostava cada vez mais.
Semanas depois, ela saiu do trabalho numa sexta e falou que ia fazer happy hour com as meninas. Liberei na hora. Mais tarde, ela me mandou mensagem dizendo que tinha conhecido um cara de São Paulo, amigo de uma colega, e perguntou se podia sair com ele. Autorizei na hora.
Horas depois chegou uma foto dela deitada de bruços na cama do motel, só de calcinha, a bunda branquinha empinada. Finalmente eu ia saber que minha mulher estava dando pra outro.
Mais tarde ela me ligou, e eu só ouvia os gemidos dela enquanto levava rola. Ela falou ao telefone:
“Era isso que você queria, né?”
Eu respondi que sim, já batendo punheta. Depois veio um vídeo gravado pelo cara: ela de pernas bem abertas, tomando vara. A rola era branca e grossa. Em seguida, outro vídeo dela chupando ele, o pau todo babado de saliva.
Dormi sozinho. Acordei cedo e mandei bom dia perguntando que horas ela voltava. Ela disse que ia ficar mais um pouco, porque tinha transado a noite inteira. Mandou também um vídeo do peito e do braço dela cobertos de porra.
Por volta das oito, nove da manhã, ela chegou em casa com aquele vestidinho tubinho preto, sorrindo. Perguntei se tinha gostado e se queria repetir. Ela falou que foi incrível, que transou o tempo todo e que talvez quisesse entrar no meio liberal.
Me levou pra cama e contou alguns detalhes do que rolou no motel enquanto eu ficava de pau duro. Disse que eu seria o corninho dela pra sempre. Aí ela tirou a calcinha, deitou de costas e eu vi: a buceta inchada, escorrendo porra do outro.
Ela sentou devagar no meu pau, enfiando a rola dentro da buceta melada de esperma alheio. Eu sentia o gozo quente escorrendo enquanto ela subia e descia.
Ainda queria ver ela transando na minha frente, mas isso não rolou. Mesmo assim, consegui realizar boa parte da fantasia.